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Imprensa

França investiga influência salafista entre muçulmanos

Confronto entre manifestantes muçulmanos e a polícia diante da embaixada dos Estados Unidos, em Paris.
Confronto entre manifestantes muçulmanos e a polícia diante da embaixada dos Estados Unidos, em Paris. REUTERS/Benoit Tessier
Texto por: Patricia Moribe
2 min

Após uma semana agitada por causa do vídeo “A Inocência dos muçulmanos” e das charges de Maomé publicadas pelo jornal satírico Charlie Hebdo, a questão islâmica é destaque dos jornais franceses deste final de semana. Libération e Aujourd’hui en France investigam os muçulmanos radicais da França – quem são, o que querem.

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O governo proibiu manifestações neste fim de semana em protesto às charges de Charlie Hebdo, apesar dos apelos e incitações a protestos que se multiplicavam pelas redes sociais da internet. Em entrevista ao jornal Aujourd’hui en France, o ministro do Interior Manuel Valls declarou que o “islamismo francês deve ser um exemplo”.

Os muçulmanos são cerca de cinco milhões na França. Entre eles, cerca de 15 mil são salafistas, grupo extremista que lidera os violentos protestos na Tunísia, Marrocos, Egito, Líbia e Iêmen contra o vídeo norte-americano que critica os islâmicos. Cresce na França os temores de que os salafistas estejam por trás das incitações a protestos.

Já o Figaro escolheu o “não” do papa Bento 16 ao casamento homossexual como destaque de primeira página. Ao receber cardeais franceses, o líder católico exortou o combate contra a união legal de duas pessoas do mesmo sexo. Isso um dia após o primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault prometer que o governo irá votar no primeiro semestre de 2013 a questão do casamento para todos e de adoções por casais homossexuais.
 

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