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Coreia do Norte/ EUA

Washington considera provocação lançamento de foguete norte-coreano

Soldado norte-coreano diante do ponto de lançamento do foguete, durante uma visita guiada da imprensa, no norte de Pyongyang, em abril.
Soldado norte-coreano diante do ponto de lançamento do foguete, durante uma visita guiada da imprensa, no norte de Pyongyang, em abril. REUTERS
Texto por: RFI
2 min

O lançamento de um foguete transportando um satélite de observação terrestre anunciado no sábado pela Coreia do Norte foi considerado pela diplomacia americana como uma “grande provocação”. Países ocidentais suspeitam que Pyongyang teste mísseis nucleares.

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O Comitê coreano de tecnologia espacial (KCNA) anunciou no sábado que previa colocar em órbita, entre 10 e 22 de dezembro um satélite de observação terrestre. Os cientistas norte-coreanos afirmam que analisaram “erros cometidos durante o lançamento precedente, em abril”, que fracassou, e melhoraram “a precisão do satélite e do foguete”, segundo um comunicado publicado pela Agência de imprensa central da Coreia do Norte.

O comunicado da KCNA afirma que a missão de dezembro será realizada “em perfeita adequação” com as convenções internacionais para o lançamento de satélites.

O anúncio ocorre sete meses após um lançamento similar que fracassou, em abril, considerado pela comunidade internacional como um “teste disfarçado” de lançamento de um míssil nuclear.

Um comunicado da porta-voz do departamento de Estado, Victoria Nuland, afirma que o lançamento “ameaça a paz e a segurança na região” e lembra que “toda utilização, pela Coreia do Norte, de tecnologia de mísseis balísticos é uma violação direta às resoluções do Conselho de segurança da ONU”.

“Nós pedimos à Coreia do Norte que cumpra suas obrigações, resultantes de resoluções do Conselho de segurança”, exigiu Nuland, prevenindo que os “Estados Unidos consultariam seus aliados sobre as medidas a serem tomadas”.

O teste da Coreia do Norte em abril freou uma série de esforços diplomáticos para melhorar as relações com Pyongyang. Na época, Washington pediu principalmente a entrega de ajuda humanitária à população norte-coreana.

 

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