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Paris/Mali

Paris quer envio rápido de observadores internacionais ao Mali

Soldados malineses em Diabaly.
Soldados malineses em Diabaly. REUTERS/Joe Penney
2 min

O governo francês é favorável à ida o quanto antes de observadores internacionais ao Mali, a fim de proteger os  “direitos humanos” diante “do risco de retaliações por parte de grupos islâmicos armados". A declaração foi feita nesta terça-feira pelo primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrault.

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Em reunião com os líderes do parlamento, Ayrault citou uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, do dia 20 de dezembro do ano passado. O documento autorizou a mobilização de uma força africana no Mali para reconquistar o norte do país controlado por radicais islâmicos, evocando também a necessidade de garantir os direitos humanos na região.

“Lembramos as autoridades malinesas de que elas também têm responsabilidades”, acrescentou Ayrault.

Na semana passada, a Federação Internacional dos Direitos Humanos denunciou “uma série de execuções sumárias” no oeste e no centro do Mali, com a participação do exército oficial. Pelo menos 11 pessoas teriam sido executadas em Sévaré, no centro do país. Esses atos de retaliação visam populações de origem tuaregue ou árabe, majoritárias nos grupos islâmicos que tomaram o Mali em 2012.

Contágio de violência

Em Nova York, o representante especial da ONU na Líbia, Tarek Mitri, alertou nesta terça-feira para o risco de que o conflito malinês possa contagiar o leste da Líbia, devido “às ligações étnicas ou ideológicas” entre extremistas malineses e líbios. Ele lembrou que a “segurança no leste da Líbia é um grande desafio para o governo”.
 

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