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Fato em Foco

África pode ser vítima de "neo-neocolonialismo", diz especialista

Áudio 05:20
Dilma Rousseff multiplica suas visitas a África, como durante a III Cúpula América do Sul - África na Guiné Equatorial em março passado, quando se encontrou com o presidente de Senegal, Machy Sall
Dilma Rousseff multiplica suas visitas a África, como durante a III Cúpula América do Sul - África na Guiné Equatorial em março passado, quando se encontrou com o presidente de Senegal, Machy Sall Roberto Stuckert Filho/PR
Por: Silvano Mendes
7 min

A presidente brasileira Dilma Rousseff participa neste sábado das celebrações dos 50 anos da criação da Organização da Unidade Africana, entidade que deu origem à União Africana. A presença da chefe de Estado é vista como um sinal de abertura da África para outros mercados, mas também do interesse do Brasil por essa região do mundo. O professor Manuel João Ramos, pesquisador do Centro de estudos africanos do Instituto Universitário de Lisboa, comenta as novas relações com o continente africano que, segundo ele, corre o risco de viver um fenômeno de “neo-neocolonialismo”.

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