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Fifa aprova punições mais duras para combater racismo

O presidente da Fifa, Joseph Blatter.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter. REUTERS/Michael Buholzer

O congresso da Fifa, que acontece nas Ilhas Maurício, aprovou nesta sexta-feira medidas mais duras para combater o racismo no futebol. Em discurso para os delegados das 209 federações filiadas à instituição, o presidente da Fifa, Joseph Blatter disse que é preciso mandar uma “dura mensagem aos racistas”.  

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As medidas aprovadas pelas federações de futebol vão desde simples advertências até multas. Os clubes ou torcidas envolvidos em atos de racismo também poderão ser punidos com jogos disputados a portas fechadas, desclassificação, rebaixamento e mesmo expulsão.

O presidente da Fifa enfatizou a importância da luta contra a discriminação. "Houve acontecimentos desprezíveis neste ano, que obscureceram o futebol e o resto da sociedade", afirmou. No seu discurso, ele insistiu: "Estou falando da política do ódio – do racismo, da ignorância, da discriminação, da intolerância e do preconceito mesquinho. Essa força incivilizada, imoral e autodestrutiva que todos detestamos”.

Blatter também destacou a importância da recém-criada Força-Tarefa da Fifa contra o Racismo e a Discriminação, comandada pelo vice-presidente da Concacaf, Jeffrey Webb, que também é vice-presidente da Fifa. “Espero que a com equipe liderada por Jeffrey Webb e com a firme resolução tomada diante de todos nesta semana, possamos mandar uma mensagem dura aos racistas de que eles não têm mais vez”, concluiu.

 

 

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