Prisão de ativistas do Greenpeace reforça a militância ambientalista

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A brasileira ativista do Greenpeace, Ana Paula Alminhana Maciel, na corte de Murmansk, na Rússia, em foto de 24 de outubro de 2013.
A brasileira ativista do Greenpeace, Ana Paula Alminhana Maciel, na corte de Murmansk, na Rússia, em foto de 24 de outubro de 2013. REUTERS/Igor Podgorny/Greenpeace/Handout via Reuters

A prisão de 30 ativistas do Greenpeace, que protestavam contra a exploração do Ártico russo, trouxe à tona do debate sobre os limites das campanhas extremas realizadas por algumas organizações ambientais. A escolha tem o mérito de chamar a atenção do público para as causas, mas implica riscos para os militantes. A RFI conversou com Sérgio Leitão, diretor de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil. Ele explica até onde as campanhas podem ir e quais são as regras da organização.

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