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Ebola/Epidemia

OMS diz que Ebola já fez mais de mil mortos no oeste da África em 2014

Funcionários do aeroporto internacional da Nigéria medem a temperatura dos passageiros que chegam da Guiné, da Libéria e de Serra Leoa.
Funcionários do aeroporto internacional da Nigéria medem a temperatura dos passageiros que chegam da Guiné, da Libéria e de Serra Leoa. REUTERS/Afolabi Sotunde
Texto por: RFI
2 min

De acordo com informações divulgadas na segunda-feira à noite (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de mil pessoas já morreram vítimas da febre hemorrágica Ebola neste ano. Apenas entre os dias 7 e 9 de agosto, a doença deixou 52 mortos. A epidemia é a pior vivida pela África Ocidental, desde que o vírus foi descoberto, em 1976.

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No total, 1.013 pessoas já morreram vítimas do Ebola no oeste da África. A OMS informa que há 1.848 infectados em tratamento. Nos últimos dias, a Guiné registrou 11 novos casos e 6 mortos, enquanto a Libéria apresentou 45 novos infectados e 29 mortes. Serra Leoa tem 13 novos casos e mais 17 mortes.

A Libéria é, até o momento, o país mais afetado pela doença e será o primeiro no continente a receber amostras de uma droga experimental contra o vírus. O soro foi usado em um médico norte-americano que foi contaminado na África.

Segundo a Casa Branca, as doses do remédio experimental serão testadas em médicos da Libéria que foram contaminados. O tratamento experimental será transportado ao país por uma autoridade norte-americana ainda nesta semana.

Até o momento, não há nenhum tratamento ou vacina específico contra o vírus. A doença é transmitida por contato direto com sangue ou fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. Em Genebra, a OMS apresenta hoje (12) a conclusão sobre o uso de tratamentos experimentais contra o Ebola.

Repatriação

O governo do Japão decidiu repatriar 24 japoneses que trabalham na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa. O anúncio foi feito depois da divulgação da informação de que oito agentes de saúde chineses foram colocados em quarentena em Serra Leoa, depois de participarem do tratamento de pessoas contaminadas.

Um porta-voz da Agência de Cooperação Internacional Japonesa (Jica), Yuho Hayakawa, informou que os repatriados trabalham nos setores da agricultura, da saúde e da construção. Ele garantiu que nenhum deles está contaminado com o vírus ou teve contado com doentes.

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