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Com epidemia sob controle, França reabre palácio de Versalhes

Após vários pontos turísticos abrirem, amanhã é a vez do Palácio de Versalhes, após 82 dias fechado devido à pandemia do coronavírus.
Após vários pontos turísticos abrirem, amanhã é a vez do Palácio de Versalhes, após 82 dias fechado devido à pandemia do coronavírus. AFP - PHILIPPE LOPEZ
Texto por: RFI
2 min

Depois de 82 dias fechado, o palácio de Versalhes, um dos mais visitados do mundo, reabre as portas neste sábado (6). O local enfrenta dificuldades financeiras desde a quarentena, mas não poderá contar com os 30% dos visitantes americanos ou asiáticos por conta da epidemia do coronavírus.

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Antes da crise sanitária, 70% dos recursos do palácio de Versalhes vinham da bilheteria, mas 80% dos oito milhões de visitantes anuais eram estrangeiros. "O Ministério da Cultura está consciente de que o palácio de Versalhes, assim como o museu do Louvre, precisam de apoio do Estado. É um ecossistema com profissões bastante especializadas", explica a presidente Catherine Pégard.

A partir deste sábado, os visitantes poderão visitar o castelo novamente. O limite será de 500 pessoas por hora, no total de 4.500 por dia. Antes da epidemia, o palácio recebia 27 mil turistas diariamente. A máscara será obrigatória a partir de 11 anos e os visitantes deverão respeitar um trajeto concebido para evitar que as pessoas se cruzem durante o passeio.

Reserva obrigatória

A reserva também será necessária para visitar o palácio. Os espaços mais amplos e conhecidos, como a galeria dos Espelhos, os apartamentos reais ou o Grande Trianon poderão ser visitados sem o acompanhamento de um guia, mas em pequenos grupos. Também haverá um programa especial para as crianças, já que muitas provavelmente não vão viajar neste verão, disse a presidente do monumento.

Vinte anos depois de uma tempestade que destruiu Versalhes, a equipe teve que se reinventar novamente durante a crise sanitária. Diversas visitas virtuais foram propostas no período de confinamento. "Durante três meses, trabalhamos na reabertura do palácio", declarou Pégard. "Foi algo surreal fechar as portas sem saber quando poderíamos reabrir, como na Segunda Guerra em 1939", declarou.

 

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