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Justiça do Equador ordena prisão de três filhos do ex-presidente Bucaram

Abdalá Bucaram foi destituído do cargo de presidente em 1997, apenas seis meses depois de ter assumido o cargo.
Abdalá Bucaram foi destituído do cargo de presidente em 1997, apenas seis meses depois de ter assumido o cargo. © Reprodução Facebook
Texto por: RFI
2 min

A justiça do Equador ordenou nesta sexta-feira (31) a prisão de três filhos do ex-presidente Abdalá Bucaram por suposta corrupção na venda de insumos médicos a hospitais públicos.

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A juíza responsável pelo caso "acatou o pedido do Ministério Público (MP) e emitiu o pedido de prisão preventiva" contra Jacobo, Michel e Abdalá (Dalo) Bucaram, este último candidato à presidência em 2017, informou a Promotoria em um comunicado.

Os irmãos Bucaram são processados ao lado de outras 12 pessoas por suposta associação ilícita para a comercialização de insumos médicos aos hospitais de Guayaquil "por meio de atividades aparentemente irregulares, obtendo recursos econômicos que não seriam justificados ao sistema financeiro nacional", acrescentou o MP.

A Justiça também ordenou a prisão para outros oito acusados. Três estão proibidos de sair do país e devem se apresentar diariamente ao MP e um é alvo de prisão domiciliar.

Entre os acusados com ordem de prisão está o empresário local Daniel Salcedo, que foi detido quando o avião em que viajava caiu no Peru. O empresário, ligado aos Bucaram, recebeu alta médica esta semana e foi transferido para uma prisão em Quito.

O MP não informou se os irmãos Bucaram já foram detidos. A última informação conhecida sobre Dalo Bucaram e sua esposa, também envolvida no caso, é que estavam nos Estados Unidos.

Abdalá Bucaram foi destituído do cargo de presidente em 1997, apenas seis meses depois de ter assumido. Bucaram, que viveu exilado por duas décadas no Panamá, também é investigado por suposto tráfico de bens patrimoniais.

(Com informações da AFP)

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