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Quirguistão/Violência

Quirguistão enterra vítimas das manifestações

Dia de luto no Quirguistão. Os moradores da capital Bichkek começam a enterrar hoje as vitimas da violenta revolta de quarta-feira.
Dia de luto no Quirguistão. Os moradores da capital Bichkek começam a enterrar hoje as vitimas da violenta revolta de quarta-feira. Reuters
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Pelo menos 100 pessoas morreram nos confrontos e cerca de 400 ficaram feridas. O governo provisório de oposição, que tomou o poder, garante que controla a situação e que não há mais saques na capital, Bichkek.

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Rinat Valiulin, correspondente da RFI em Moscou

Os moradores da capital Bichkek começaram a enterrar, nesta sexta-feira, as vítimas das violentas manifestações que derrubaram o presidente Kounmandbek Bakiev, na quarta-feira. Pelo menos 100 pessoas morreram nos confrontos entre manifestantes e a polícia e cerca de 400 ficaram feridas.

O governo provisório de oposição, que tomou o poder, garante que controla a situação e que não há mais saques na capital, Bichkek. Os líderes do movimento prometem a realização de eleições presidenciais em seis meses. Mas o presidente deposto, Kourmanbek Bakiev, refugiado na sua cidade natal, continua se recusando a renunciar. Em entrevista exclusiva à emissora russa Eco de Moscou , Bakiev disse estar certo que os líderes da oposição receberam o apoio de um país estrangeiro, sem dar maiores detalhes.
 

Ele não falou sobre o conteúdo da conversa telefônica que o primeiro-ministro russo Vladimir Putin teve com a líder da oposição Rosa Otunbaieva, mas disse estar convencido que os russos irão ajudá-lo. Rosa Otunbaieva, a chefe do governo interino do Quirguistão, na sua entrevista à mesma emissora russa, declarou que a conversa com Vladimir Putin foi “um bom sinal", e que Moscou mandaria um representante para discutir pessoalmente com o governo provisório. Otunbaieva acrescentou que não exclui uma revanche do presidente deposto.
 

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