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Israel/França

Caso de atropelamento fatal de jovem israelense chega à justiça francesa

Manifestação de apoio a Lee Zeitouni diante da embaixada francesa em Tel Aviv, em setembro de 2011.
Manifestação de apoio a Lee Zeitouni diante da embaixada francesa em Tel Aviv, em setembro de 2011. Reuters
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Os pais da israelense Lee Zeitouni entraram com uma ação na justiça francesa contra dois cidadãos franceses acusados de atropelar e matar a jovem em setembro do ano passado, em Tel Aviv. O caso provocou grande emoção em Israel.

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Daniela Kresch, de Tel Aviv, para a RFI

O passo foi dado depois que a família tentou, sem sucesso, extraditar para Israel o motorista e o passageiro do carro, Claude Isaac Khayat e Eric Rubic, que fugiram de Israel após o atropelamento que causou a morte de Zeitouni, com 25 anos na época. A família esbarrou no fato de que, desde 2004, a França só extradita seus cidadãos para países-membros da União Europeia, o que levou a um mal-estar diplomático com Israel.

O ex-namorado de Lee Zeitouni, Roí Peled, disse que a família da jovem espera que, agora, a polícia francesa prenda os acusados e que a justiça do país os condene e os mantenha atrás das grades. Segundo Peled, os dois circulam livremente na França apesar de terem admitido o crime e de contarem com extensas fichas policiais.

O advogado Gilles William Goldendale, que entrou com a ação civil contra os dois, disse que os pais da vítima, Kate e Itzik Zeitouni, queriam, a princípio, “que os procedimentos acontecessem em Israel, mas eventualmente aceitaram a situação”.

Khayat e Rubik estavam, até agora, gozando de uma lacuna jurídica segundo a qual as autoridades franceses não tinham como agir contra os dois acusados sem uma queixa formal na justiça do país. Ao mesmo tempo, as autoridades israelenses também não podiam agir contra os cidadãos franceses sem a extradição.

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