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Mali/Conferência

Doadores internacionais prometem US$ 455 milhões para o Mali

Foto oficial com os Chefes de Estado na Cúpula internacional de doadores que pretende financiar o envio de uma força africana ao Mali e o treinamento das Forças Armadas deste país em Adis Abeba, na sede da União Africana (UA).
Foto oficial com os Chefes de Estado na Cúpula internacional de doadores que pretende financiar o envio de uma força africana ao Mali e o treinamento das Forças Armadas deste país em Adis Abeba, na sede da União Africana (UA). REUTERS/Tiksa Negeri
Texto por: RFI
3 min

Líderes africanos e da comunidade internacional, que participaram nesta terça-feira em Adis Abeba, na Etiópia, da conferência de doadores para o Mali prometeram 455 milhões de dólares para o país. Os recursos serão utilizados para financiar a força militar africana no Mali e a ajuda humanitária no país.

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A conferência de doadores para o Mali contou com a participação de representantes de cerca de 50 países e organizações internacionais. O objetivo do evento, organizado pela União Africana, era captar recursos para ajudar a formação da força militar africana no Mali (Misma) e também reestruturar o exército malinês. A Misma deve colaborar nos combates e em seguida substituir o exército francês que participa desde meados de janeiro da ofensiva contra os grupos islâmicos no Mali.

As promessas de doações foram inferiores à expectativa. No início da conferência, a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental havia avaliado em 960 milhões de dólares o montante necessário para equipar as forças militares no Mali.

O presidente da Costa do Marfim, Alassane Ouattara, avalia que “essa promessa inicial de US$ 455 já é um sucesso”. O comissário da União Africana para a Paz e a Segurança, Ramtane Lamamra, informou que eles também receberão importantes contribuições não financeiras, como por exemplo, equipamentos militares, formação de soldados ou combustível.

Eleições

O presidente interino do Mali, Dioncounda Traoré, que participou da conferência, declarou em Adis Abeba que quer realizar eleições no país antes de 31 de julho de 2013.
A organização das eleições e a liberação do norte do Mali, ocupado por grupos radicais islâmicos, são promessas do governo de transição criado após o golpe militar de março de 2012 que derrubou o presidente Touré.

Combates

As tropas francesas retomaram os redutos islamitas de Tumbuktu e Gao, no norte do Mali. Os militares garantem a segurança das cidades e as equipes também avaliam a necessidade de levar assistência humanitária à região.

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