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Ucrânia/eleições

Biden pede sanções se Rússia prejudicar eleições na Ucrânia

A quatro dias da eleição presidencial, marcada para o próximo domingo na Ucrânia, a campanha eleitoral continua . A ex-primeira ministra Iulia Timoshenko na cidade de Konotop, a 187 quilômetros de Kiev.
A quatro dias da eleição presidencial, marcada para o próximo domingo na Ucrânia, a campanha eleitoral continua . A ex-primeira ministra Iulia Timoshenko na cidade de Konotop, a 187 quilômetros de Kiev. REUTERS/Alexander Pokopenko/Pool
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O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou nesta quarta-feira (21), em Bucareste, Romênia, que serão necessárias novas sanções contra a Rússia, caso Moscou prejudique as eleições presidenciais previstas para domingo na Ucrânia. As autoridades ucranianas afirmam que não estão mais detectando movimentos de tropas russas perto da fronteira. Os soldados russos teriam recuado pelo menos dez quilômetros.

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"Todos os países devem usar sua influência para garantir um clima estável que permita aos ucranianos votar em liberdade", declarou Biden, acrescentado que as eleições são "fundamentais" para a Ucrânia. O pró-ocidental Petro Porchenko é tido como favorito pelas pesquisas eleitorais, com mais de 20 pontos à frente de Iulia Timochenko, ícone da Revolução Laranja de 2004.

As autoridades ucranianas vão mobilizar mais de 75 mil homens para garantir a segurança do pleito. A quatro dias das eleições, o clima no leste ucraniano é de calma, após confrontos no começo da semana.

Gás

A União Europeia fez um apelo ao presidente russo, Vladimir Putin, para que a Rússia respeito o “compromisso” de continuar com o fornecimento de gás à Europa. Moscou ameaçou suspender o envio do combustível para a Ucrânia no dia 3 de junho. Um terço do gás consumido no continente vem da Rússia, e grande parte passa por dutos ucranianos.

Segundo a Gazprom, a empresa pública ucraniana Naftogaz tem uma dívida de US$ 3,505 bilhões. A companhia russa afirmou há 10 dias que cortaria o gás para a Ucrânia a partir de 3 de junho se o pagamento antecipado correspondente ao mês, de US$ 1,66 bilhão, não for efetuado.

Putin hitleriano

O príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, em viagem oficial ao Canadá, comparou o presidente russo, Vladimir Putin, ao líder nazista alemão Adolf Hitler, em comentário privado com a voluntária de um museu em Halifax, Nova Escócia.

De acordo com o jornal Daily Mail, Charles fez a observação durante uma conversa com Mariane Ferguson, de 78 anos, que perdeu familiares no Holocausto. "Putin está fazendo quase o mesmo que Hitler", disse o príncipe.

Uma fonte da família real britânica descreveu o comentário real como "bem-intencionado" e sem o propósito de se tornar público.
 

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