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EUA/Iraque

Ataques aéreos da coalizão atingem refinarias do grupo Estado Islâmico

Um caça americano decola do porta-aviões USS George H.W. Bush para um bombardeio na Síria
Um caça americano decola do porta-aviões USS George H.W. Bush para um bombardeio na Síria REUTERS/U.S. Navy
Texto por: RFI
2 min

A coalizão internacional formada pelos Estados Unidos contra o grupo Estado Islâmico atacou na noite deste sábado (27) três refinarias utilizadas pelos jihadistas no norte da Síria. De acordo com o Pentágono, as destilarias de petróleo foram destruídas por tiros de mísseis.

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Nos últimos dias, os bombardeios aéreos visaram 12 refinarias no leste da Síria, consideradas estratégicas para o grupo Estado Islâmico. O objetivo é interromper o contrabando de petróleo que passa pela Turquia e que financia uma boa parte das atividades terroristas.

Segundo o diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, Rami Abdel Rahmane, os jihadistas refinavam o petróleo artesenalmente e vendiam para comerciantes turcos. Um negócio que acarretava ganhos de cerca de € 2,4 milhões por dia. Desde o início dos ataques aéreos, essa atividade foi praticamente interrompida.

Os bombardeios também destruíram um tanque perto de Deir Ezzor, no leste da Síria, além de três veículos blindados no nordeste. No Iraque, as forças ocidentais também destruíram um posto de controle e um veículo dos jihadistas.

Filial da Al Qaeda na Síria ameaça EUA e aliados

A Frente Al-Nosra, filial da Al Qaeda na Síria, ameaçou neste sábado os Estados Unidos e seus aliados de “represálias.” Em um vídeo transmitido pela Internet, os extremistas qualificaram as operações da coalizão de “Guerra contra o Islã” chamando os EUA e aliados de “eixo do mal controlado pelo país dos cowboys.”

No vídeo, o porta-voz do Al-Nosra, Abou Firas al-Souri diz que os EUA cometeram um crime que transforma o país em um alvo das forças jihadistas do mundo inteiro. As posições do Frente al-Nosra e os membros do Khorassan, um pequeno grupo também ligado à Al Qaeda, foram atingidas pelos bombardeios americanos. Segundo o governo, ambos preparavam atentados de grande porte nos Estados Unidos e na Europa.
 

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