Acessar o conteúdo principal
Meio Ambiente

Impacto negativo do turismo na Antártida preocupa especialistas

Áudio 04:33
Cientistas que estudam a Antártida temem que o número crescente de turistas represente uma ameaça para o continente branco.
Cientistas que estudam a Antártida temem que o número crescente de turistas represente uma ameaça para o continente branco. REUTERS/Pauline Askin
7 min

Desde o final dos anos 50, quando os turistas começaram a ir às ilhas Shetlands do Sul, partindo do Chile ou da Argentina, o número de visitantes na Antártida não para de crescer. No entanto, os especialistas se preocupam com o possível impacto negativo da presença do ser humano no continente mais próximo do Polo Sul.

Publicidade

Para o Instituto polar francês, os humanos que visitam a região “incomodam a fauna local e agridem a vegetação”. A instituição defende que é preciso discutir novas regras sobre os limites do turismo na região, como acontece nos parques nacionais.

A associação internacional de operadoras de turismo da Antártida tenta impor regras de conduta durante as visitas. Segundo a entidade, apenas os barcos como menos de 500 passageiros podem atracar na Antártida. Além disso, somente 100 turistas podem desembarcar ao mesmo tempo dos navios maiores. As agências de turismo fazem recomendações expressas aos clientes, justamente para evitar a poluição e uma degradação indesejada da área.

Boa parte dos navios quebra-gelo que se aventuram na região são russos, reciclados para o turismo após a queda da União Soviética e, de acordo com ministério brasileiro do Meio Ambiente, 35 operadoras de dez países diferentes atuam na Antártida. No entanto, apesar da proximidade, os turistas vindos do Brasil ainda têm uma presença tímida no continente gelado.

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual você tenta acessar não existe ou não está mais disponível.