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Israel/ Holocausto

Israel denuncia aumento de ataques antissemitas no mundo

O primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki fala durante um evento de comemoração no antigo campo de concentração e extermínio nazista alemão Auschwitz II-Birkenau, durante as cerimônias de comemoração do 74º aniversário da libertação do campo e do Dia
O primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki fala durante um evento de comemoração no antigo campo de concentração e extermínio nazista alemão Auschwitz II-Birkenau, durante as cerimônias de comemoração do 74º aniversário da libertação do campo e do Dia Agencja Gazeta/Jakub Porzycki via REUTERS
Texto por: RFI
2 min

O ministro israelense da Diáspora, Naftali Bennett, denunciou neste domingo (27) um aumento dos ataques antissemitas no mundo - um fenômeno que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu para ser controlado, "sobretudo na Europa".

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Israel tem que "ajudar milhões de judeus da diáspora que se veem confrontados cada vez mais com crimes antissemitas", comentou Bennett.

O relatório anual da pasta sobre o antissemitismo no mundo contabilizou um aumento dos casos na França e um recorde no Reino Unido. O documento foi apresentado neste domingo (27), quando se comemora o Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto, ao conselho de ministro.

De acordo com o texto, 13 judeus foram assassinados em 2018 em três ataques antissemitas, número recorde desde os atentados contra a comunidade judaica na Argentina nos anos 1990.

Além do ataque de Pittsburgh (Estados Unidos) contra uma sinagoga em outubro, que deixou 11 mortos, os autores do relatório citam a morte de uma judia octogenária em Paris em março e o assassinato de um estudante judeu por um neonazista na Califórnia.

Neonazis

O texto também destaca o número crescente de atos antissemitas realizados por neonazis ou supremacistas brancos.

Os incidentes antissemitas alcançaram um recorde histórico no Reino Unido, e na França aumentaram 69%, segundo o texto.

Netanyahu denunciou o "antissemitismo da extrema esquerda, encoberto por uma capa de antissionismo, como o Reino Unido e a Irlanda recentemente", de acordo com comunicado de deu gabinete.

"Peço para a comunidade internacional lutar contra o despertar do antissemitismo, sobretudo na Europa", acrescentou Netanyahu.

(Com informações da AFP)

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