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Artes

A arte como arma política

Áudio 16:21
4ª edição da feira de Arte Contemporânea Africana (AKAA)
4ª edição da feira de Arte Contemporânea Africana (AKAA) akaafair.com
Por: Lígia ANJOS
20 min

Paris recebeu recentemente a 4ª edição da feira de Arte Contemporânea Africana - AKAA, onde estiveram representados artistas luso-africanos na Perve galeria.

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O que tem em comum a obra de Ernesto Shikhani, Reinata Sadimba, Tchalé Figueira e Manuel Figueira, José Chambel, Manuela Jardim? A arte como arma política.

Nesta reportagem descobrimos a obra da pintora guineense Manuela Jardim, que denuncia várias formas de violência.

A escultora moçambicana Reinata Sadimba, guerrelheira na luta da independência, trocou as armas pela escultura, mas a que custo? O moçambicano Malangatana defendeu um discurso político muito forte, com o tempo desviou-se deste papel interventivo.

O fotógrafo são-tomense José Chambel desenvolve, há vinte anos, um trabalho de investigação socio-político sobre os principais grupos de Danço Congo.

Em Cabo Verde, os irmãos Tchalé Figueira e Manuel Figueira, mestre africano, foi o primeiro artista africano a estudar belas-artes em Portugal nos anos 60, durante a ditadura.

Fomos também redescobrir o período anterior à independência de Moçambique através da obra de Ernesto Shikhani, que pinta o pós independência, a guerra civil e desvincula-se da política em favor do infomalismo plastico.

Fomos percorremos todos estes artistas com o galerista Carlos Cabral Nunes, da Perve Galeria.

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