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Semana em África

João Lourenço reforma governo em plena crise sanitária

Áudio 09:04
João Lourenço
João Lourenço Lusa
Por: Lígia ANJOS
12 min

Em Angola a semana fica marcada pela remodelação do chefe de Estado, João Lourenço reduziu o governo angolano de 28 para 21 ministérios. 

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A grande surpresa foi a saída de Manuel Augusto do cargo de ministro das Relações Exteriores. O novo ministro da diplomacia, Tete António, assegura que vai dar continuidade ao trabalho do seu antecessor, Manuel Augusto.

Uma cara nova é Adjany Costa, a jovem bióloga que venceu um prémio das Nações Unidas para os ambientalistas que mais se distinguiram no ano passado. Agora, assume um ministério que junta Cultura, Turismo e Ambiente. A nova ministra promete dar o devido destaque ao ambiente tendo em conta a sua experiência.  

Esta semana o primeiro-ministro cabo-verdiano apelou a maior rigor no cumprimento do estado de emergência, numa altura em que decorre um campanha de desinfecção das ruas e avenidas da cidade da Praia assim como nas ilhas da Boa Vista e de São Vicente, os pontos do arquipélago onde se registaram casos positivos de coronavírus.

Moçambique começa a sentir consequências económicas da crise sanitária. 217 empresas  notificaram ao Ministério do Trabalho e Segurança Social da suspensão de contratos de trabalho e alguns despedimentos devido a crise.

Na Guiné-Bissau registava esta sexta-feira 36 pessoas infectadas com Covid-19. No início da semana, a polícia endureceu medidas de restrições de circulação.

Depois de terem sido identificados os primeiros casos positivos de coronavírus no seu território, São Tomé e Príncipe decidiu adoptar uma série de medidas.

A União Africana está na linha da frente na luta contra a pandemia do novo coronavirus em África. A garantia é dada à RFI por Josepha Sacko, comissária para a Economia Rural e Agricultura da União Africana, que diz que as medidas devem ser adaptadas aos diferentes contextos africanos. 

Ainda em África, o antigo Presidente chadiano Hissène Habré, de 77 anos, que cumpre uma pena de prisão perpétua em Dacar por crimes contra a humanidade foi solto provisoriamente, por um período de dois meses, em regime de residência vigiada na capital senegalesa. Reed Brody, advogado da Human Rights Watch, refere que as vítimas de Hissène Habré esperam garantias por parte de Dacar que ele reintegre a sua cela 

 

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