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Mali: crónica de um golpe anunciado

Áudio 07:32
Membros das Forças Armadas do Mali foram aclamados pela multidão depois da detenção do Presidente da República e do Primeiro-ministro, ontem , no dia 18 de Agosto de 2020.
Membros das Forças Armadas do Mali foram aclamados pela multidão depois da detenção do Presidente da República e do Primeiro-ministro, ontem , no dia 18 de Agosto de 2020. STRINGER / AFP
Por: Liliana Henriques
9 min

No Mali, nesta Terça-feira, um grupo de militares protagonizou um golpe de Estado, tendo nomeadamente detido o Presidente Ibrahim Bosahelubacar Keita que nesta madrugada anunciou a sua demissão, bem como a demissão do seu governo.

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Por seu turno, os militares golpistas garantiram que iriam restituir o poder aos civis para instalar um governo de união nacional cujo objectivo será organizar eleições num "prazo razoável" de modo a fazer regressar o país à normalidade.

Este golpe que acontece ao fim de meses de contestação na rua e de mediações fracassadas, foi unanimemente condenado pela comunidade internacional.

Contudo, para Carlos Alberto Martins, empresário português residente em Bamaco, este cenário era previsível e chegou-se a um ponto em que não se pode voltar atrás.

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