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Costa do Marfim/política

Costa do Marfim : depois de presidencial, oposição apela a transição civil

Pascal Affi N'Guessan,líder da Frente Popular  da Costa do Marfim  e porta-voz da oposição  afirmou no domingo , 01 de Novembfro de 2020 que o mandato de Alassane Ouattara terminou e que agora deve ser implementado  um período de transição no país da África ocidental.
Pascal Affi N'Guessan,líder da Frente Popular da Costa do Marfim e porta-voz da oposição afirmou no domingo , 01 de Novembfro de 2020 que o mandato de Alassane Ouattara terminou e que agora deve ser implementado um período de transição no país da África ocidental. REUTERS/Thierry Gouegnon
Texto por: RFI
4 min

Pelo menos cinco pessoas morreram nos incidentes registados sábado, durante o escrutínio para a eleição presidencial da Costa do Marfim, boicotada pela oposição. Esta última afirma  que a candidatura do presidente cessante, Alassane Ouattara de 78 anos,  à um terceiro mandato, corre o risco de comprometer a frágil paz no país da Africa ocidental. A oposição marfinense apelou este domingo  a  uma "transição civil".    

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Depois do escrutínio presidencial de sábado durante o qual pelo  menos cinco pessoas  foram mortas  no decurso de recontros, segundo fontes oficiais,  a  oposição  da Costa do Marfim lançou um apelo a favor de uma  "transição civil", em protesto contra a candidatura de Alassane Ouattara  à um terceiro  mandato.

 

A oposição marfinense, que boicotou a  eleição presidencial, afirma recear que um terceiro mandato de Ouattara ponha em perigo a frágil paz recuperada, depois da guerra civil que provocou cerca de 3000 mortos entre 2010 e 2011.

Enquanto  o país aguarda a  divulgação dos resultados da eleição  do 31  de Outubro, o porta-voz da oposição e  antigo Primeiro-ministro, Pascal Affi N'guessan, afirmou  neste Domingo  aos  media, que o conjunto  dos opositores consideram  que o mandato de Alassane Ouattara  terminou e  que agora deve ser implementado um período de transição.

A oposição  da Costa doMarfim voltou a  insistir na ilegalidade da candidatura de Alassane Ouattara, cujos colaboradores reagiram afirmando que o escrutínio de sábado não resultou num  dilúvio como tinham previsto os  opositores.

O chefe  de Estado cessante  rejeita  os argumentos da oposição sobre a ilegalidade da sua candidatura,ao afirmar  que a reforma constitucional de 2016 possibilita a corrida à um terceiro mandato. 

Os  resultados  integrais da eleição presidencial  da Costa do Marfim serão divulgados o mais tardar dentro de cinco dias, mas a comissão eleitoral poderá divulgar a partir de domingo alguns apuramentos iniciais.

Depois de presidencial oposição apela a transição civil na Costa do Marfim 01 11 2020

   

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