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Política/Irão

Irão: autoridades qualificam de mentira relatório de Amnistia Internacional

O prresidente iraniano Hassan Rohani, quando anunciava no dia 10 de Dezembro a descoberta de uma nova jazida de petróleo no seu país.
O prresidente iraniano Hassan Rohani, quando anunciava no dia 10 de Dezembro a descoberta de uma nova jazida de petróleo no seu país. HO / Iranian Presidency / AFP
Texto por: RFI
2 min

O Presidente iraniano Hassan Rohani declarou-se favorável à libertação de cidadãos inocentes,detidos no decurso das manifestações contra o governo. Segundo a Amnistia Internacional, desde que os protestos tiveram início no mês de Novembro, pelo menos 208 pessoas morreram. As autoridades de Teerão consideraram "uma grande mentira" o relatório da citada organização de direitos humanos.

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De acordo com o chefe de Estado iraniano, Hassan Rouhani, os cidadãos inocentes que foram presos durante as manifestações de protesto contra o aumento do preço dos combustíveis no país devem ser libertados.

Segundo Rouhani, os detidos cuja inocência for provada, por não terem cometidos crimes serão libertados.

Os protestos tiveram início no dia 15 de Novembro, quando o governo do Irão decidiu aumentar de 200% o preço da gasolina.

A organização de direitos humanos,Amnistia Internacional divulgou um relatório segundo o qual, pelo menos 208 pessoas morreram desde que começaram as manifestações contra o aumento do preço da gasolina no Irão.

O governo iraniano afirmou que o relatório em questão era "uma grande mentira" e acusou os organizadores dos protestos de serem criminosos apoiados pelos Estados Unidos, Israel e a Arábia Saudita.

As autoridades iranianos confirmaram até a data, a morte de cinco pessoas, durante os protestos, dos quais quatro, segundo Teerão, eram membros das forças da ordem.

O vice-ministro do Interior iraniano, Jamal Orf, anunciou no fim de semana passado, que o governo vai publicar proximamente um balanço dos distúrbios ocorridos.

Hassan Rohani imputou também a responsabilidade da violência, que marcou nas últimas semanas no seu país, aos monarquistas, partidários do antigo Xá do Irão, assim como aos opositores da organização Mujahidins do Povo.

 

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