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Guiné-Bissau

União Africana critica não emissão de duplicatas

As missões de observação internacional fizeram balanço positivo do escrutínio.
As missões de observação internacional fizeram balanço positivo do escrutínio. Neidy Ribeiro/RFI
Texto por: Neidy Ribeiro
4 min

A Comissão Nacional de Eleições deve anunciar amanhã os resultados da segunda volta das eleiçoes presidenciais deste domingo. As missões de observação no terreno consideraram o pleito ordeiro e pacifico, apesar do registo de alguns incidentes como a falta de 'duplicatas' de cartões de eleitor.

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A Guiné-Bissau espera pela divulgação dos resultados provisórios da segunda volta das eleições presidenciais. No domingo, mais de 760.000 guineenses foram chamados às urnas para escolherem o próximo presidente do país. Na corrida estão dois candidatos: Domingos Simões Pereira, do PAIGC, e Umaro Sissoco Embaló, do Madem-G15.

As missões de observação internacional que estiveram na Guiné-Bissau a observar o processo eleitoral e o dia de votação fizeram um balanço positivo do escrutínio de dia 29 de Dezembro.

Todavia, Joaquim Rafael Branco, chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Africana para as eleições na Guiné-Bissau, fez referência a alguns incidentes menores: “a missão constatou alguns atrasos no pagamento dos honorários dos membros das comissões regionais eleitorais e não fornecimento de cartões e chips de telefone sobretudo nas ilhas e zonas remotas de forma a permitir uma maior coordenação, envio de material e pessoal eleitoral. Finalmente, o voto antecipado foi melhor entendido graças à sensibilização das partes interessadas pela comissão nacional eleitoral e pelos delegados dos candidatos”.

O ex-primeiro-ministro são-tomense acrescentou ainda que os eleitores que perderam o seu cartão de eleitoral não receberam a duplicata, mesmo se a legislação “obriga a comissão de recenseamento a emitir novo cartão de eleitor com a menção ‘duplicata’ em caso de perda, até 10 dias antes da eleição. Esta disposição não foi observada por falta de entendimento político das partes interessadas”.

Joaquim Rafael Branco, chefe da MOE da União Africana

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