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Guiné-Bissau / CEDEAO

Chefias militares da CEDEAO reúnem-se em Bissau

António Indjai, Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau
António Indjai, Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau Abdurahamane Turé

 Chefes dos Estados Maiores das Forças Armadas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental reúnem-se hoje e amanhã em Bissau.

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A eventual ida para a Guiné de uma missão de estabilização sob a égide da ONU, União Africana, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e Comunidade dos países de Língua Portuguesa (CPLP), continua a ser um tema controverso neste país.

Com esta hipótese em pano de fundo, os Chefes dos Estados-Maiores das Forças Armadas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (com excepção do representante da Costa do Marfim) reúnem-se hoje e amanhã em Bissau, devendo também analisar a eventual contribuição da CEDEAO para a reforma do sector de Defesa e Segurança neste país.

De recordar, que as chefias militares guineenses exigem um quadro legal para a implementação desta missão, os principais partidos da oposição opõem-se a tal, enquanto alguns quadrantes da sociedade civil defendem a vinda para o país desta missão estrangeira, cujos contornos continuam por definir. 

Em entrevista a Miguel Martins, o jurista guineense Carlos Vamaím afirma que a Guiné pode resolver os seus problemas sozinha e que a vinda de tropas não é solução ou panaceia para resolver os problemas do país.

Carlos Vamaím, jurista guineense

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