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ARGÉLIA/ÁFRICA

Argélia assinala independências africanas

A cidade de Argel
A cidade de Argel Getty Imagens / Andrew Gunners
Texto por: RFI
5 min

Nestas segunda e terça-feira a capital argelina acolheu uma conferência internacional assinalando os 50 anos de uma resolução das Nações Unidas sobre os direitos à independência dos países e dos povos colonizados. A Argélia, que desempenhou um papel importante nas independências dos países lusófonos em África, foi também a tribuna para se defender, agora, o direito à autodeterminação do Saara ocidental, ocupado por Marrocos.

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Há cinquenta anos atrás as Nações Unidas aprovavam uma resolução (1514) em prol da independência dos povos e países colonizados.

A Argélia veio a desempenhar um papel fulcral no advento das independências dos países então sob administração colonial portuguesa e acolhe, agora, uma conferência internacional com cerca de 1000 participantes, inclulindo representantes de Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

Neste fórum Jean Ping, Presidente da Comissão da União Africana, defendeu a conjugação de esforços visando obter a independência do Saara ocidental, sob ocupação marroquina desde 1975.

Miguel Trovoada, antigo presidente da república de São Tomé e Príncipe, actual secretário-executivo da Comissão do Golfo da Guiné, faz o rescalo das primeiras intervenções neste fórum e relembra o papel desempenhado na altura pela Argélia na emancipação dos territórios em África sob administração portuguesa.

Miguel Trovoada sobre papel da Argélia

O antigo chefe de Estado de São Tomé e Príncipe refere-se também ao impacto da resolução da ONU em prol da autodeterminação dos povos colonizados que terá sido uma espécie de "catalizador" para a afirmação de um direito "legítimo e natural".

Miguel Trovoada sobre resolução ONU

Com a colaboração de Cândido Camará em Argel

 

 

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