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Moçambique / corrupção

Países doadores querem mais combate à corrupção em Moçambique

Para o orçamento do Estado moçambicano de 2011, o G-19 desembolsou 464 milhões de dólares.
Para o orçamento do Estado moçambicano de 2011, o G-19 desembolsou 464 milhões de dólares. Reuters
Texto por: Úrsula Soares
4 min

Reunidos em Maputo, esta sexta feira dia 20 de maio, o grupo dos 19 principais doadores do Orçamento do Estado moçambicano apelou a “mais progressos” no combate à corrupção e apelou à adoção de uma lei sobre conflito de interesses.

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O G-19, como são conhecidos os maiores doadores do Orçamento Geral do Estado moçambicano, exortaram também o Governo a promover uma maior transparência na declaração de bens dos dirigentes do Estado.

Shaun Cleary, alto comissário do Reino Unido e presidente cessante do G-19, destacou a importância que os parceiros internacionais atribuem “às ações chave a serem realizadas em breve pelo Governo, principalmente o pacote legislativo anti-corrupção, incluindo o conflito de interesses, a declaração de bens e a proteção de denunciantes”.

Também foram pedidos mais esforços para a redução da pobreza e, para isso, é preciso que o Estado moçambicano aposte na produtividade agrícola, na criação de empregos e na melhoria do ambiente de negócios.

Entrevistado por João Matos, Mouzinho Nicols, presidente da Associção de consumidores de Moçambique, considera que uma revisão em relação ao pacote sobre a corrupção é um factor extremamente importante.

MOUZINHO NICOLS, Presidente da Associação de consumidores de Moçambique

Salientemos que, apesar das preocupações dos doadores, Shaun Cleary garantiu que o apoio a Moçambique vai continuar, uma vez que “existe uma base satisfatória” para manter a cooperação.
 

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