África Lusófona

Filda aposta na atracção de investimentos

Prédios em construção na Maianga, Luanda.
Prédios em construção na Maianga, Luanda. Man-ucommons

A 28ª Edição da Feira Internacional de Luanda, Filda, tem este ano como tema central os desafios da atracção de investimento. O evento que pretende desmistificar os entraves burocráticos de quem pretenda investir no país, conta com a presença de 750 expositores, entre eles estão os empresários chineses.

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A feira Internacional de Luanda abriu as portas ao público nesta terça-feira e este ano, na vigésima oitava edição, pretende reforçar as estratégias para a captação de investimento estrangeiro. Um investimento por vezes difícil e que na opinião de Salvador Cardoso, um dos gestores da feira, deve ser desmistificado.

Salvador Cardoso reconhece que há interesse, mas muitas vezes os empresários, por desconhecerem a legislação que vigora no país, retraem o investimento. O gestor da Filda falou ainda do Fórum para a Cooperação Económica entre a China e os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, PALOP, onde ficou claro o interesse comercial de ambos os lados.

O certame conta este ano com 750 expositores, 60 por cento de participações estrangeiras e 40 por cento nacionais, e está patente até ao dia 24 de julho.

Salvador Cardoso , Gestor da Feira Internacional de Luanda

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