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Angola/Cabinda

Separatista cabinda libertado pela Justiça francesa

Reforço do policiamento junto do estádio Chiazi em Cabinda. 11/01/11
Reforço do policiamento junto do estádio Chiazi em Cabinda. 11/01/11 AFP / Issouf Sanogo
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Rodrigues Mingas, um cidadão francês de origem cabinda, foi esta semana colocado em liberdade pela Justiça francesa. Mingas havia sido detido depois de, em nome da FLEC-PM, ter reivindicado o ataque à Selecção de Futebol do Togo, a 8 de Janeiro de 2010.

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De acordo com a defesa de Rodrigues Mingas, a Justiça francesa decretou na terça-feira a sua libertação, depois de concluir que no processo não existem elementos suficientes que justifiquem a continuidade da medida coacção. Todavia, Rodrigues Mingas sai mediante termo de identidade e residência.

A prisão preventiva de Mingas foi decretada a 18 de Janeiro do ano transacto, sob acusação de "associação de malfeitores em relação com uma iniciativa terrorista". Mingas, um cidadão cabinda que reside em França, reivindicou em nome das Forças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar (FLEC/PM) o ataque perpetrado a 8 de Janeiro de 2010 em Cabinda. O ataque contra o autocarro que transportava a equipa de futebol togolesa, que ia participar no Campeonato Africano das Nações, tirou a vida a três pessoas (um angolano e dois togoleses).

A FLEC/PM é uma das múltiplas facções dos independentistas de Cabinda. Aliás, Rodrigues Mingas, foi secretário para a informação da FLEC de Nzita Tiago.

Para Francisco Luemba, advogado em Cabinda, esta libertação foi "uma agradável surpresa". Luemba defende, ainda, que Rodrigues Mingas é inocente e que o caso nem deve chegar a julgamento.

Francisco Luemba

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