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Grécia tenta um "improvável" governo de coligação

Áudio 05:16
Alexis Tsipras, líder do Syriza.
Alexis Tsipras, líder do Syriza. Reuters / John Kolesidis

Os gregos foram chamados às urnas no domingo passado. Umas eleições legislativas que ficaram marcadas pela perda da maioria no parlamento dos partidos que formam o actual governo de coligação. Sem um claro vencedor no sufrágio de ontem, a Atenas enfrenta agora um processo negocial, para tentar formar governo.

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Os socialistas do PASOK e o partido de direita Nova Democracia perderam a maioria no Parlamento ao garantirem apenas 149 dos 300 lugares.

O sufrágio fica ainda marcado pela subida da Coligação de Esquerda Radical, Syriza, ao segundo lugar, com 16,76%, o que corresponde a 52 deputados. Além disso, destaque, também, para a entrada no parlamento dos neonazis do Aurora Dourada, com 21 deputados, depois de um resultado de 6,97%.

Sobre este assunto a RFI ouviu o grego Elias Soukiazis, professor de Econometria na Faculdade de Economia da Universidade Coimbra.

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