Guiné Bissau

Professores guineenses do SINAPROF querem reconduzir greve de 2 para 3 meses

Quadro na escola de Sungutoto, Norte da Guinée Bissau  RFI/Laurent Correau
Quadro na escola de Sungutoto, Norte da Guinée Bissau RFI/Laurent Correau

O Sindicato Nacional dos Professores da Guiné Bissau, SINAPROF, concluíram hoje (16 de Outubro), um mês do pedido de greve de dois meses. Mas estão dispostos a ir mais longe alargando o pedido de greve de 60 para 90 dias, caso o governo continuar a fazer orelhas moucas às suas reivindicações.

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O SINAPROF, que é um dos dois principais Sindicatos de Professores na Guiné Bissau, alega que vai continuar o movimento de greve porque até hoje, o governo se recusa a negociar o cumprimento do Plano de Carreira da Profissão assim como o pagamento de salários em atraso que, em muitos casos, vem desde 2003.

 

Em entrevista à RFI, o Presidente do Sindicato Nacional dos Professores da Guiné Bissau, Luís Nancassa, afirma que não há outra alternativa a não ser continuar com a greve que é prorrogada para três meses, porque os professores estão no seu direito, tendo em conta que o governo não acede a nenhuma das suas revindicações.

 

Entrevista a Luís Nancassa - SINAPROF

 

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