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Moçambique

LAM quer negociar com grevistas e na diplomacia Chissano recebe em Maputo Lula da Silva

Avião das Linhas aéreas moçambicanas
Avião das Linhas aéreas moçambicanas Miguel Martins/RFI
Texto por: João Matos
8 min

A maior companhia aérea moçambicana, LAM, Linhas aéreas moçambicanas, já está disponível para negociações com os grevistas designadamente aeromoças e assistentes de bordo, que fizeram uma greve este domingo, 18 de Novembro, reivindicando entre outros, aumentos salariais.

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Efectivamente, os aviões das Linhas aéreas moçambicanas, ficaram ontem em terra, devido a uma greve de assistentes e hospedeiras de bordo, que exigem à companhia, o cumprimento de um caderno de encargos, que inclui seguro de vida, subsídios de transporte ou ainda aumentos salariais.

 

Mas segundo a LAM, há um certo equívoco e falta de informação dos grevistas, tendo em conta que, algumas das revindicações já estão ser cumpridas pela companhia aérea.

 

Assim, a LAM, pediu uma suspensão da greve, mostrando-se disponível para negociar e informar os grevistas sobre o processo em curso.

 

Em entrevista à RFI, João Abreu, Administrador Técnico Operacional da LAM, disse que a Direcção da LAM, já está a implementar o pagamento dos seguros e transporte e que vai continuar a cumprir o estipulado no caderno de encargos por fases ao longo de Novembro, Dezembro e Janeiro, sublinhando que só nessa altura é que estará em condições de poder pagar aumento dos salários, uma das reivindicações dos grevistas.

 

João Abreu Administrador Técnico da LAM entrevistado por Liliana Henriques

 

No quadrante da diplomacia, o antigo Presidente brasileiro, Lula da Silva,  que efectua actualmente uma visita de amizade à Africa austral, foi recebido no domingo, 18 de Novembro, pelo Presidente sul-africano, Jacob Nzuma, e esta segunda feira  em Maputo, pelo Presidente moçambiano Armando Guebuza. 

 

Mas Lula da Silva avistou-se igualmente com o ex-Presidente moçambicano Joaquim Chissano.

 

Foi um encontro entre dois amigos, agora Presidentes da Fundação Joaquim Chissano e do Instituto Lula, disse em entrevista à RFI, o ex-chefe de estado moçambicano. 

 

Entrevista ao ex-Presidente Joaquim Chissano

 

 

 

 

 

 

 

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