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Angola

ONG instam FMI a fazer auditoria às contas públicas de Angola

Rafael Marques
Rafael Marques Maka Angola.org
Texto por: Neidy Ribeiro
5 min

Organizações não-governamentais de Angola querem que o Fundo Monetário Internacional (FMI) a insistir numa auditoria às contas públicas angolanas, para determinar o destino de milhares de milhões de dólares de receitas petrolíferas que não entraram no Tesouro.

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A história remonta a Julho de 2012, altura em que a Human Rights Watch, a Open Society e o Revenue Watch Institute apelaram ao Fundo Monetário Internacional para que suscitasse junto do governo angolano uma auditoria independente às contas públicas, face a discrepâncias contabilísticas entre as receitas petrolíferas da Sonangol e transferências para o Tesouro angolano.

Um dia depois da publicação de um relatório do FMI, relativo a uma visita de uma equipa técnica a Luanda de 16 a 29 de Janeiro onde, entre outras recomendações, o documento pede às autoridades angolanas transparência nas receitas da petrolífera Sonangol para o Tesouro, o assunto volta a fazer polémica.

Rafael Marques, activista angolano, em entrevista à RFIfirmou ser necessário que o FMI e outras instituições não legitimem actos de corrupção no país, dando como exemplo a criação do fundo soberano.

Rafael Marques, activista angolano

 

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