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Guiné-Bissau

Bissau depois dos tumultos

Sociedade civil recorda que jà tinham sido tecidos alertas sobre os raptos de crianças
Sociedade civil recorda que jà tinham sido tecidos alertas sobre os raptos de crianças Liliana Henriques / RFI
Texto por: RFI
4 min

Na hora do balanço dos tumultos ocorridos terça-feira em Bissau que resultaram na morte de pelo menos uma pessoa e destruição de cerca de uma dezena de viaturas, as organizações de defesa dos Direitos Humanos apontam o dedo às autoridades dizendo que há muito que vinham alertando sobre o rapto de crianças mas que pouco ou nada tem sido feito.

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Tanto a Liga dos Direitos Humanos como a AMIC, Associação dos Amigos da Criança, nunca tiveram uma denúncia formal mas as duas organizações querem que as autoridades prestem mais atenção e investiguem os relatos da população que todos os dias tem feito perante a onda de denúncias nos órgãos de comunicação social e nas conversas de rua. Em entrevista com a RFI, o vice-presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário da Silva refere que jà se tinham tecido alertas.

Augusto Mário da Silva, vice-presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, entrevistado por Mussá Baldé

Preocupado com a situação, o Comité de Prevenção contra o tráfico de seres humanos, reuniu-se de emergência para entre outras coisas exortar os pais e os alunos a redobrarem a vigilância sobretudo nas escolas. Laudolino Medina, secretário executivo da AMIC, Associação dos Amigos da Criança evoca o que, a seu ver, devem ser as prioridades.

Laudolino Medina, secretário executivo da AMIC, entrevistado por Mussá Baldé

Com a colaboração de Mussá Baldé, correspondente da RFI em Bissau.

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