Moçambique

1400 médicos para 23 milhões moçambicanos

Logótipo do Instituto moçambicano de Segurança Social
Logótipo do Instituto moçambicano de Segurança Social DR

A população moçambicana está a crescer, mas não se pode dizer o mesmo do números dos profissionais da saúde, designadamente médicos e enfermeiros, o que pode provocar inúmeros problemas ao país.

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O Ministro da Saúde de Moçambique, Alexandre Manguele, reconheceu, este domingo, 27 de Julho, em Maputo, que o seu país, não está a formar médicos e enfermeiros suficientes, para responder ao aumento da população.

 

"Precisamos de analisar com profundidade o processo de formação de recursos humanos, para que o mesmo seja cada vez mais alinhado, com o nosso crescimento, em termos de expansão de unidades sanitárias  e que a qualidade seja uma componente fundamental", declarou o Ministro moçambicano da Saúde.

 

Moçambique, dispõe actualmente de 1400 médicos para cerca de 23 milhões de habitantes, uma população que enfrenta igualmente sérios poblemas na aquisição de medicamentos, devido ao roubo que existe nesse sector.

 

Mas, segundo o Director Central de Medicamentos, António Hassana, já foi encontrado uma solução para o problema, rotulando os medicamentos com a marca de exclusividade, pelo que "quando for encontrado medicamentos fora da unidade sanitária, sem o rótulo, significa que foi desviado".

 

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

 

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo

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