CINEMA

África lusófona em foco no Festival de cinema de Locarno

Cartaz do Festival de Locarno
Cartaz do Festival de Locarno Festival del film Locarno/Divulgação

Começa o 67° Festival de Locarno e África tem um destaque especial, na mostra "Open Doors", Portas Abertas. Nela serão exibidos filmes já consagrados dos países anglófonos e lusófonos e apresentados projectos de filmes já seleccionados, facilitando-se nesta cidade suíça os encontros dos produtores e realizadores com fontes de financiamento.

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Dois filmes de Angola e um filme de Moçambique serão exibidos: "Por aqui tudo bem", da realizadora Pocas Pascoal, que estará presente em Locarno e se encontrará com os espectadores. Também de Angola, "Nelisita", de Ruy Duarte de Carvalho. De Moçambique, será exibido o filme "Mueda, memória e massacre", de Ruy Guerra.

Entre os projetos seleccionados estão "Aleluia", do angolano, Zézé Gamboa; "Coração e Fogo", do moçambicano Sol de Carvalho; "Kula, Memória" em três actos, do moçambicano Inadelso Cossa e "O Comboio de Sal e Açúcar", de Licínio de Azevedo.

A lusofonia portuguesa e brasileira também estão em destaque com filmes na competição internacional – "Cavalo Dinheiro" de Pedro Costa e Ventos de Agosto, de Gabriel Mascaro – e uma coprodução portuguesa com EUA e Coréia do Sul, concorrendo na mostra Cineastas do Presente, "Canções do Norte".

Fora da competição está "Lisboa Revisitada" de Edgar Pera. O Brasil tem 14 filmes em Locarno.

O Festival de Locarno começa com "Lucy" do francês Luc Besson projectad no grande ecrã de 300m2 ao ar livre, no calor do verão, com cadeiras para mais de 8 mil espectadores. E lá estarão Romain Polanski, Juliete Binoche e Agnes Varda.

Rui Martins, enviado especial a Locarno, acompanha este importante certame cinematográfico.

 

Correspondência de Locarno

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