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ANGOLA

Mais de 50 congoleses ilegais entre os repatriados angolanos no Uíge

O grupo de 500 ex-refugiados angolanos no momento da partida em solo congolense
O grupo de 500 ex-refugiados angolanos no momento da partida em solo congolense RFI/ Léa-Lisa Westerhoff
Texto por: RFI
3 min

Mais de 50 cidadãos da República Democrática do Congo em situação ilegal terão sido identificados entre os 500 ex-refugiados angolanos que foram repatriados para a província do Uíge.

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A informação é avançada pela autoridade de imigração da região do Uíge que terá detectado mais de meia de centena de cidadãos do Congo Democrático que com documentos falsos teriam aproveitado o repatriamento de um primeiro grupo de cerca de 500 ex-refugiados, que chegou na quarta-feira passada à província do Uíge, no norte de Angola.

Contactado hoje pela RFI, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) no Uíge desmentiu estas informações.

Este primeiro grupo tinha entrado em solo angolano através do posto fronteiriço de Kimbata, município de Maquela do Zombo, situado a cerca de 310 kms da cidade do Uíge, e marcou o início da última fase de repatriamento voluntário de cerca de 30 mil angolanos ex-refugiados.

Mais informações com o nosso correspondente em Angola, Avelino Miguel.

Correspondência Luanda - Avelino Miguel

Esta última fase de repatriamento deverá terminar a 31 de  Dezembro deste ano. Recorde-se que desde 2002 com o advento da paz em Angola, esta operação de repatriamento voluntário é feita em parceria entre as autoridades angolanas e congolesas, a Organização Internacional das Migrações (OIM) e o ACNUR. O processo, agora retomado, encontrava-se suspenso desde 2012.

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