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MOÇAMBIQUE

Formalizada missão de observação em Moçambique

Presidente Guebuza e Afonso Dhlakama assinando o acordo em Maputo
Presidente Guebuza e Afonso Dhlakama assinando o acordo em Maputo Orfeu Lisboa
Texto por: RFI
6 min

Já foi formalizada a missão de observação do acordo de cessar-fogo para Moçambique. Um dispositivo que engloba 35 elementos da Frelimo, partido no poder, outros 35 da Renamo, maior partido da oposição, e 23 observadores internacionais. Uma estrutura comandada pelo Botswana que deverá ser efectiva dentro de 10 dias por 135 dias prorrogáveis.

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Os 70 oficiais moçambicanos deverão juntar-se, pois, aos 23 internacionais numa missão chefiada por um brigadeiro do Botswana.

São 9 os países que integram esta missão: África do Sul, Botswana, Cabo Verde, Estados Unidos da América, Reino Unido, Itália, Portugal, Quénia e Zimbabwé.

Este um dispositivo previsto pelo Acordo de cessação de hostilidades homologado a 5 de Setembro em Maputo pelo chefe de Estado, Armando Guebuza, e pelo líder da Renamo, antiga guerrilha, Afonso Dhlakama.

Um protocolo que é suposto por termo à instabilidade político-militar que viveu o país durante cerca de dois anos com ataques armados, atribuídos à Renamo, em vários pontos do território.

O movimento da perdiz que reivindicava, nomeadamente, e obteve a revisão dos órgãos eleitorais nacionais.

Moçambique realiza eleições gerais a 15 de Outubro.

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo, tem mais informação.

Correspondência de Moçambique

 

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