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MOÇAMBIQUE

Governo moçambicano e Renamo de costas voltadas

O candidato à presidência, Afonso Dhlakama do partido RENAMO, votando em Maputo. 15/10/14
O candidato à presidência, Afonso Dhlakama do partido RENAMO, votando em Maputo. 15/10/14 REUTERS/Grant Lee Neuenburg
Texto por: RFI
2 min

O governo moçambicano rejeitou a ideia da partilha de cargos da polícia e do exército, esta era uma exigência da Renamo. O maior partido da oposição que hoje anunciou o início esta terça-feira de um périplo pelo país do seu líder. Afonso Dhlakama pretenderia explicar à população a sua recusa em reconhecer os resultados das eleições gerais de 15 de Outubro, ganhas pela Frelimo, partido no poder.

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"Não há lugar para fazer partilhas nas forças armadas, há lugar sim para a integração de acordo com as patentes que a Renamo apresentar", afirmou José Pacheco, chefe da delegação governamental às negociações com a Renamo.

Nesta 86a ronda de conversações o movimento da perdiz voltou a insistir, através do seu líder negocial Saimone Macuiana, na aprovação do modelo de integração dos seus elementos. Ele alegou faltar "a implementação do acordo" já alcançado.

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo, tem mais informação.

 

 

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