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Guiné-Bissau / Moçambique / São Tomé e Príncipe

2014: eleições em três países da África lusófona

Os moçambicanos foram às urnas a 15 de Outubro.
Os moçambicanos foram às urnas a 15 de Outubro. Cristiana Soares
Texto por: RFI
9 min

Este ano, a Guiné-Bissau voltou à normalidade e arrumou a casa após dois anos de transição e instabilidade política. Em Moçambique, as eleições gerais aconteceram depois de assinado um acordo entre as forças governamentais, Frelimo, e o maior partido da oposição, Renamo, para pôr fim a um conflito militar que abalou o país. Em São Tomé e Príncipe também o ano foi marcado por eleições que trouxeram estabilidade ao país.

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Na Guiné-Bissau, este ano ficou marcado pelas eleições gerais das quais foram eleitos o novo Parlamento, do qual emanou o novo governo, e o novo Presidente da República. 2014 fica ainda marcado pelo retomar de convívios junto das nações após um interregno motivado por sanções internacionais, na sequencia do golpe militar de 2012.

Na política interna, registou-se entendimento entre os principais partidos guineenses. O primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, incluiu uma variedade de partidos no seu governo - resultando num conjunto de diplomas aprovados sem contestação.

Neste ano, o Presidente guineense José Mário Vaz foi convidado para uma cimeira nos Estados Unidos da América pelo Presidente Barack Obama, e o país voltou a ser admitido na União Africana.

Feitas as contas, no final deste ano, a balança pesa mais para o lado bom dos acontecimentos que decorreram na Guiné-Bissau, como dá conta o nosso correspondente Mussá Baldé.

Balanço 2014 Guiné-Bissau, Mussá Baldé

Em Moçambique, as quintas eleições presidenciais e legislativas marcaram a vida política deste ano que transacta. Os resultados eleitorais de 15 de Outubro foram, ontem, promulgados pelo Conselho Constitucional moçambicano e deram a vitória nas presidenciais a Filipe Nyusi e nas legislativas ao seu partido, a Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique, no poder).

Os resultados foram contestados pelos principais partidos da oposição, designadamente pela Renamo (Resistência Nacional Moçambicana, antiga guerrilha) e o MDM (Movimento Democrático de Moçambique), que mantêm as denúncias de fraudes. 

Este ano, Moçambique assistiu ainda à assinatura do acordo para pôr fim aos violentos confrontos militares entre as forças governamentais e a Renamo, que duraram pouco mais de um ano como nos dá conta o nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa. 

Balanço 2014 Moçambique, Orfeu Lisboa

A Acção Democrática Independente (ADI), liderada por Patrice Trovoada, venceu por maioria absoluta as eleições legislativas de 12 de Outubro em São Tomé e Príncipe. Ao microfone do nosso correspondente em São Tomé e Príncipe, Maximino Carlos, alguns cidadãos consideraram que este foi um ano bastante positivo.

Balanço 2014 São Tomé e Príncipe, Maximino Carlos

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