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Convidado

Pedro Góis Sociólogo português analisa Tragédia de imigrantes no Mediterrâneo

Áudio 15:52
Sobreviventes do naufrágio que provocou mais de 800 imigrantes mortos no Porto e Catana, na Itália, a 20 de abril de 2015.
Sobreviventes do naufrágio que provocou mais de 800 imigrantes mortos no Porto e Catana, na Itália, a 20 de abril de 2015. REUTERS/Alessandro Bianchi
Por: João Matos
18 min

O nosso Convidado é Pedro Góis, Sociólogo português, Professor na Universidade de Coimbra, em Portugal, com quem vamos analisar a tragédia de imigrantes, no Mediterrâneo, do últmo de fim-de-semana, que provocou mais de 800 mortos. "Na experiência dos últimos anos, sabemos que quanto mais o mar seja vigiado, menos pessoas morrerão, porque haverá mais barcos nas proximidades, que poderão dar auxílio à aqueles, que porventura, estejam em piores condições e cujos barcos não possam chegar  à terra; mas é só disso que se trata."Este programa que foi agora aprovado, é o prolongamento de um programa, de apenas, de detecção e salvamaneto. Não é um programa para que estas pessoas que queiram chegar à Europa, aqui fiquem; é bom que se saiba, que estes 120 milhões de euros, vão ser usados, sobretudo, no âmbito de um programa, que é o programa FRONTEX, que é o programa de defesa e vigilância das fronteiras europeias." Comentários, de Pedro Góis, Sociólogo português, Professor e Investigador do Centro de Estudos Sociais do Laboratório da Universidade de Coimbra, em Portugal, sobre o programa Tritão,  num valor de 120 milhões de euros, que os chefes de estado e de governo da União Europeia, adoptaram, esta quinta-feira,  23 de abril, em Bruxelas, na Bélgica, para apoiar operações de busca e salvamento de imigrantes, sobretudo africanos, que atravessam o mar Mediterrâneo, a caminho da Europa.

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