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MOÇAMBIQUE

EMOCHIN deixou Moçambique sem cumprir missão

Tropas da EMOCHIN deixam para trás Moçambique com o desentendimento entre a Renamo e o governo por resolver (na foto Afonso Dhlakama, líder do movimento da perdiz, e Filipe Nyusi, chefe de Estado moçambicano)
Tropas da EMOCHIN deixam para trás Moçambique com o desentendimento entre a Renamo e o governo por resolver (na foto Afonso Dhlakama, líder do movimento da perdiz, e Filipe Nyusi, chefe de Estado moçambicano) Orfeu Lisboa/RFI
Texto por: RFI
5 min

Os observadores militares internacionais do Botswana, Quénia e Cabo-Verde compõem o ultimo grupo da EMOCHIN que deixa nesta quinta feira Mocambique com destino aos seus países de origem.Uma informação avancada pelo Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Abduremane Lino de Almeida que revela tambem que os representantes da África do Sul e do Zimbabwe regressaram aos seus países, ao longo da semana, após seis meses de uma missão que falhou nos seus objectivos de desmilitarizar e reintegrar os homens armados da renamo.  

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Uma missão que, segundo Mouzinho Saíde, porta voz do Conselho de ministros, custou ao Estado mocambicano o equivalente a 15,7 milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com as autoridades governamentais mocambicanas, ditou na decisão da extinção de missão de peritos militares internacionais os altos custos de manutenção aliados à falta de resultados para os quais fora criada a EMOCHIN.

Confira aqui a crónica de Orfeu Lisboa em Maputo.

Correspondência de Moçambique

 

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