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CONGO

Disparos nos bairros sul da capital do Congo

Brazzaville, capital do Congo.
Brazzaville, capital do Congo. Wikimedia/Jomako
Texto por: RFI
4 min

Confrontos registaram-se  nesta madrugada na capital congolesa opondo o exército a antigos milicianos Ninja Nsiloulou, que durante a guerra civil nos anos 90 se opuseram ao presidente Denis Sassou Nguesso, e pretendiam incendiar uma posiçao militar, 4 esquadras e a camara municipal de Makélékélé. 

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E isto de acordo com o porta voz do governo Thierry Moungalla, que se refere a uma acção terrorista consecutiva à reeleição para um terceiro mandato do presidente Denis Sassou Nguesso.

Eleições que tinham decorrido a 20 de Março passado, um momento de "democracia apaziguada", referia o governante, mas que a oposição contesta em bloco, apelando à desobediência civil.

Confira aqui os esclarecimentos de Thierry Moungalla,  porta-voz do governo do Congo (Brazzaville).

"Todos os edifícios em causa foram incendiados no âmbito do que aparenta ser uma verdadeira acção terrorista.

Convém assinalar que os agressores cometeram factos consumados e abusos contra a população civil que se viu obrigada a deixar os seus locais de residência.

Actualmente esta situação está a ser gerida pela força pública que procura restabelecer a ordem pública.

Somos obrigados a constatar que esta situação ocorre após as eleições de 20 de Março de 2016, grande momento de democracia apaziguada...

Escrutínio em relação ao qual as populações aguardam simplesmente a publicação dos resultados definitivos pelo Tribunal constitucional."

Thierry Moungalla, porta-voz do governo do Congo

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