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Chirac e África: casamento por amor ou conveniência?

Áudio 11:05
Jacques Chirac com Blaise Compaoré, Omar Bongo Ondimba, Paul Biya e Denis Sassou Nguesso. Cimeira franco-africana em Cannes. 16 de Fevereiro de 2007.
Jacques Chirac com Blaise Compaoré, Omar Bongo Ondimba, Paul Biya e Denis Sassou Nguesso. Cimeira franco-africana em Cannes. 16 de Fevereiro de 2007. PATRICK KOVARIK / AFP
Por: Carina Branco

Houve quem lhe chamasse “Chirac, o Africano”. Durante a sua presidência, visitou cerca de 40 países em África, foi muito próximo de presidentes como Omar Bongo, Blaise Compaoré ou Denis Sassou Nguesso e enviou tropas para vários países. Também ficou ligado ao escândalo de alegada venda de armas a Angola, o “Angolagate”. Apaixonado pelas chamadas Artes Primitivas, Jacques Chirac fundou o Museu do Quai Branly, em Paris, com uma grande parte da colecção dedicada a África. Casamento por amor ou por conveniência? Que imagem deixa o antigo presidente francês? Perguntámos ao antigo presidente cabo-verdiano Pedro Pires e ao académico angolano Mário Pinto de Andrade.

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