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Semana em África

Coronavírus preocupa África Lusófona

Áudio 11:30
Coronavírus. Imagem de Ilustração.
Coronavírus. Imagem de Ilustração. Yonhap via REUTERS

O nosso programa "Semana em África" tem como principal destaque o Coronavírus que está a criar preocupação na África Lusófona, como aliás em todo o mundo.

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Na Guiné-Bissau as autoridades têm em marcha um plano de contingência.

Angola é o país lusófono em África com maior comunidade chinesa e são cerca de 50 os angolanos em quarentena, estudantes em Wuhan, o epicentro da nova forma do coronavírus, no centro da China. Luanda tomou medidas de rastreio na chegada de passageiros provenientes de zonas de risco e accionou um plano para eventuais casos que se possam vir a declarar como afirmou à RFI, Eusébio Manuel, director nacional de saúde pública.

Para Javier Aramburu, representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Angola, todas as medidas estão a ser tomadas para evitar a introdução do vírus em Angola. No que diz respeito ao caso suspeito, é necessária uma confirmação proveniente da África do Sul para onde foi uma amostra do paciente chinês internado em Luanda na Clínica Girassol.

O Conselho de ministros moçambicano anunciou a suspensão de vistos para a China para fazer face à crise do novo coronavírus. Por outro lado no gigante asiático até agora nenhum caso terá sido detectado junto da comunidade moçambicana. Ouçamos Helena Khida, porta-voz do Conselho de ministros de Moçambique.

Cabo Verde descarta, por ora, repatriar os seus 13 cidadãos de Wuhan ou mais globalmente da China onde estão radicados 350 estudantes do arquipélago. Luís Filipe Tavares, ministro dos negócios estrangeiros, assegurou que as autoridades avaliam hora a hora o evoluir da situação, um pronunciamento após o director do Serviço de vigilância e resposta às epidemias ter equacionado o repatriamento dos estudantes de Wuhan, em colaboração com Portugal.

As autoridades são-tomenses descartam qualquer contágio de estudantes do arquipélago na China com o novo coronavírus e não equacionam qualquer repatriamento.

Passamos ao resto da actualidade na África Lusófona,

Na Guiné-Bissau,

O PAIGC reagiu com agrado à decisão da CEDEAO de pedir novo apuramento nacional dos dados da segunda volta das eleições presidenciais.

Em Moçambique,

O MDM, terceira força política, admite uma coligação com a Renamo. Daviz Simango é o líder do MDM - Movimento democrático de Moçambique - e embora tendo pertencido no passado à Renamo, ele descarta qualquer regresso ao movimento da perdiz.

Chegamos assim ao fim desta Semana em África.

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