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ANGOLA

Lunda Tchokwe denuncia “brutalidade” da polícia para impedir protesto

Logótipo do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe
Logótipo do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe http://protectoradodalunda.blogspot.fr/
Texto por: RFI
4 min

A manifestação convocada para hoje pelo Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe foi reprimida pela polícia. Em comunicado enviado à RFI, o Comité Politico do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe denuncia "a brutalidade e uso excessivo de força com disparos de AKM47 e lançamento de granadas de gás lacrimogéneo pela polícia nacional e forças armadas de Angola".

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O movimento convocou o protesto para exigir autonomia, fim das prisões arbitrárias e libertação de militantes. O Comité Politico do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe denunciou, em comunicado, "a brutalidade e uso excessivo de força com disparos de AKM47 e lançamento de granadas de gás lacrimogéneo pela polícia nacional e forças armadas de Angola".

O Muanangana Capenda Camulemba, autoridade local, participou na manifestação e disse à RFI que houve disparos e detenções. Na quinta-feira, na sua própria residência, a polícia deteve vários elementos do movimento. Hoje, o Muanangana Capenda Camulemba disse que os bairros estão cercados e acusou a polícia de o visar directamente.

Muanangana Capenda Camulemba

A 24 de Junho, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe também convocou um protesto, no qual denunciou igualmente “a brutalidade violenta da Policia Nacional e das Forças Armadas”.

As manifestações aconteceram nas localidades de Xá Muteba, Cafunfo, Capenda Camulemba, Saurimo e Luena.

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