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Dia internacional da liberdade de imprensa

Áudio 07:59
De acordo com a Repórteres Sem Fronteiras, têm aumentado os ataques contra a liberdade de imprensa no mundo.
De acordo com a Repórteres Sem Fronteiras, têm aumentado os ataques contra a liberdade de imprensa no mundo. © gettyimages
Por: Liliana Henriques

Assinala-se hoje o dia internacional da liberdade de imprensa, uma jornada de sensibilização colocada sob o prisma do luto, ainda no rescaldo da morte de 10 colegas num ataque no Afeganistão nesta Segunda-feira. De acordo com a Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ainda no ano passado, 50 jornalistas foram mortos a nível mundial, no exercício da sua profissão.

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Ainda de acordo com os dados dessa ONG, a liberdade de informar tem vindo a ser cada vez mais atacada designadamente aqui na Europa. Neste quadro pouco animador, África surge em terceira posição no tocante à liberdade de imprensa, num ranking onde o Médio Oriente ou ainda a América do Sul oferecem um panorama mais violento.

A RFI debruçou-se em particular sobre os casos de São Tomé e Príncipe e Angola. Este último país que tem sido frequentemente alvo de críticas, tem vindo a melhorar o seu desempenho, surgindo no 121° lugar da tabela mundial, o que significa que subiu quatro posições. Apesar de admitir que houve algumas melhorias, Luísa Rogério, vice presidente da Federação Africana de Jornalistas, considera que ainda há muito caminho a percorrer.

Em São Tomé e Príncipe, onde de acordo com o mais recente relatório do Departamento de Estado norte-americano, os órgãos de comunicação social independentes são sujeitos «a pressão e manipulação para evitar criticar o governo», Juvenal Rodrigues, presidente da Associação dos Jornalistas São Tomenses, dá conta de pressões sobre a classe.

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