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Residente português em Angola cria centro de atendimento sobre covid-19

Áudio 17:41
Manuel Castanho  entre os voluntários do "call center" da associação que dirige, a "Nova Fénix".
Manuel Castanho entre os voluntários do "call center" da associação que dirige, a "Nova Fénix". © LUSA - AMPE ROGERIO
Por: Liliana Henriques
19 min

Nos últimos dias, os acontecimentos têm-se precipitado em Angola, com o recente registo dos primeiros casos confirmados de coronavírus e, pouco depois, no passado fim-de-semana, as suas primeiras vítimas mortais.

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Num contexto em que a epidemia alastrou mais cedo e se encontra numa fase já mais avançada em países como a China, a Itália ou a Espanha, as áreas do globo onde a doença começou mais recentemente a chegar, veem com receio e sobretudo muitas dúvidas esta epidemia.

Tal foi o pressuposto que levou Manuel Castanho, gestor de empresas português residente em Luanda há mais de dez anos e dirigente da associação de voluntários "Nova Fénix" a lançar há duas semanas um "call center" para prestar informação à população e, deste modo, desobstruir o número nacional de emergência soterrado em chamadas de utentes.

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