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Angola/Covid-19/Amnistia Internacional

Angola/Covid-19: presidente sindicato dos médicos vítima de perseguição

Kit de teste ao novo coronavírus SARS-Cov2, responsável pela pandemia de Covid-19, que já provocou a morte de mais de 556.000 pessoas no mundo.
Kit de teste ao novo coronavírus SARS-Cov2, responsável pela pandemia de Covid-19, que já provocou a morte de mais de 556.000 pessoas no mundo. AFP
Texto por: RFI | Avelino Miguel | Lígia ANJOS
5 min

O presidente do sindicato nacional dos médicos de Angola, Adriano Manuel, denunciou em Luanda, estar a ser vítima de perseguição por parte do Ministério da Saúde, que lhe moveu um processo disciplinar para o silenciar.

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Segundo o presidente do sindicato nacional dos médicos de Angola, Adriano Manuel, o processo disciplinar em curso, foi-lhe movido no intuito de o silenciar, por denunciar várias irregularidades, registadas no sector da saúde e não concordar com os números divulgados pelo Ministério da saúde sobre a pandemia de Covid-19.

Para o médico, que alerta para a falta de pessoal médico e de materiais de biossegurança nos hospitais do país, a Covid-19 já tem uma larga circulação comunitária em Angola, facto ainda não reconhecido pelas autoridades sanitárias de Luanda, que iniciaram o rastreio da pandemia nas zonas de risco, como os mercados informais.

Até ao  momento, Angola regista oficialmente 506 pessoas infectadas, 26 óbitos, 118 recuperadas e 362 casos activos.

Avelino Miguel, correspondente em Luanda

Amnistia Internacional denuncia mais de três mil proffissionais de saúde morreram devido à pandemia de Covid-19

Num relatório divulgado esta segunda-feira, (13/07) a ong de defesa de direitos humanos Amnistia Internacional revela que mais de três mil profissionais de saúde perderam a vida em todo o mundo desde o início da pandemia.

A ong denuncia ainda que muitos destes profisssionais foram ameaçados, quando denunciaram a falta de condições para combater a pandemia e pede que os governos sejam responsabilizados pela morte dos profissionais de saúde durante o período da pandemia de Covid-19.

O presidente do sindicato dos médicos em Angola, Adriano Manuel, que se diz perseguido, considera que os profissionais de saúde em Angola lançaram alertas e continuam a pedir ao governo melhores condições de trabalho.

Adriano Manuel, presidente sindicato dos médicos de Angola

 

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