Jornalistas/Angola

Jornalistas angolanos avisam que não se vão calar

Presidente do Sindicato de Jornalistas de Angola, Teixeira Cândido.
Presidente do Sindicato de Jornalistas de Angola, Teixeira Cândido. © facebook

O VI congresso ordinário do Sindicato dos Jornalistas Angolano (SJA) decorre este sábado, 22 de Maio, em Luanda. "Angola tem 46 anos de independência e o sindicato existe há 30 anos. Ao longo deste período o país nunca parou e os jornalistas sempre desempenharam as suas funções", defende Walter dos Reis, porta-voz do Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos.

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O VI Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos conta com a participação de 85, dos 100 delegados inscritos. Os congressistas vão eleger os novos corpos sociais do SJA para o quadriénio 2021/2025, sendo que o actual secretário-geral, Teixeira Cândido, concorre em lista única à sua própria sucessão.

"Foi possível reunir todos os delegados das 18 províncias neste Congresso por via da plataforma Zoom. Por causa do contexto de pandemia não foi possível estarmos todos reunidos na mesma sala", descreve Walter dos Reis, porta-voz do Congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos.

Além da eleição do novo secretário-geral, o VI Congresso Ordinário visa, igualmente, a apresentação dos relatórios financeiro, das actividades desenvolvidas durante os quatro anos de mandato da direcção cessante e das moções de estratégias.

"O sindicato de jornalistas e outros grupos da classe têm estado a trabalhar no sentido de cumprirem com o seu verdadeiro papel, há sempre impedimentos, mas nós não vamos parar para que esta liberdade possa ser vincada todos os dias na actividade de jornalistas públicos ou privados", acrescentou Walter dos Reis.

Teixeira Cândido prepara-se para anunciar perante os delegados ao congresso do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, o Prémio de Jornalismo. Uma novidade na reeleição ao cargo de secretário-geral do SJA.

"O crescimento de Angola também tem o dedo da actividade jornalística e o sindicato acha que é o momento oportuno para poder valorizar o trabalho que a Comunicação Social têm feito pelo país. Angola tem 46 anos de independência e o sindicato existe há 30 anos, mas ao longo deste período o país nunca parou e os jornalistas sempre desempenharam as suas funções", defendeu Walter dos Reis.

Teixeira Cândido, secretário-geral cessante da organização, e o único que apresentou lista de candidatura, deverá ser reeleito para mais um mandato de quatro anos.

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