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Academia de Letras do Brasil com representação em Cabo Verde

Logo da Academia de Letras do Brasil, que abre representação em Cabo Verde
Logo da Academia de Letras do Brasil, que abre representação em Cabo Verde Academia de Letras do Brasil

A Academia de letras do Brasil, passa a ter uma secção Cabo Verde, com representação, na capital caboverdiana, mas aberta a membros de todas as áreas da literatura, pedagogia, ciências e cultura, duma maneira geral, de todas as ilhas do país.

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Esta decisão partiu de um convite do Presidente estadual da Academia das Letras do Brasil, do município de Bragança, estado de Pará, a 11 de dezembro último, ao jornalista Carlos Sá Nogueira Borges, para ser Presidente interino da seccional Cabo Verde, da dita instituição lieterária brasileira.

Carlos Sá Nogueira Borges, que é eleito deputado municipal de S. Lourenço dos Ôrgãos, em Santiago, e igualmente, Assessor de comunicação da vereação da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal da Praia, recebeu o convite, por ocasião, da sua participação no júri do Festival internacional de cinema da cidade de Bragança, no Brasil.

Em entrevista à RFI, Carlos Sá Nogueira Borges, afirma que "foi durante esse Festival, que surgiu o convite da Academia de Letras do Brasil, Secção de Bragança para representar a Academia de Letras do Brasil, em Cabo Verde, enquanto, Presidente "Pro tempore", que significa presidência interina, ou seja, a minha missão, neste momento, visa preparar a posse dos futuros académicos, que farão parte, da Academia de Letras do Brasil Seccional Cabo Verde".

Carlos Sá Nogueira Borges, Assessor de comunicação da Câmara Municipal da capital, Praia, sublinha ainda que nesta fase da instalação da Seccional Cabo Verde da Academia de Letras do Brasil, vai ter contactos, com as autoridades caboverdianas, mas também, com o Embaixador do Brasil, em Cabo Verde, antes da formalização oficial da dita Academia.

Nesta entrevista, Carlos Sá Nogueira Borges, formado em Jornalismo e Comunicação, aproveita para fazer um pequeno balanço da vida social e política caboverdianas do ano que finda, reagindo, nomeadamente, à saída do governo, da líder do  PAICV, Janira Hopffer Almada, para se dedicar inteiramente às lides partidárias, no quadro das eleições legislativas de 20 de Março de 2016.

Carlos Sá Nogueira Borges, Presidente interino da Academia de Letras do Brasil seccional de Cabo Verde

 

 

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