Cabo Verde

"Fragilidades nos direitos de Cabo Verde"

Escola primária na Cidade da Praia.
Escola primária na Cidade da Praia. RFI/Neidy Ribeiro

Em Cabo Verde o dia internacional dos direitos humanos foi assinalado com varias marchas nas cidades do Mindelo, da Praia e de Sal Rei. Em entrevista à rádio de Cabo Verde, a presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos, Zaida Morais de Freitas, reconhece a fragilidade na garantia dos direitos económicos, sociais e culturais no arquipélago.

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As cidades do Mindelo, da Praia e de Sal Rei assinalaram, neste sábado, o dia Internacional dos Direitos Humanos com a realização de marchas. Muitos foram os jovens estudantes a participarem da ação promovida pela Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania.

"Todo o mundo tem direito à vida, tem direito à sociedade, direito à liberdade de expressão" , declarou uma das participantes da marcha desta tarde.

Em entrevista à rádio de Cabo Verde, a presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania, Zaida Morais de Freitas afirmou que Cabo Verde tem grandes fragilidades na garantia dos direitos económicos, sociais e culturais que impedem a plena materialização da carta Internacional dos Direitos Humanos.

A responsável fez alusão aquilo que considera ser situações precárias de acesso à saúde, educação, habitação condigna. "Pessoas que vivem ainda em situação de extrema pobreza, situações de violência".

Zaida Morais de Freitas reconhece que há um conjunto de variáveis que "impedem a plena materialização da carta Internacional dos Direitos Humanos" e que se repercutem no "absentismo escolar, no aumento do índice de criminalidade".

Correspondência de Odair Santos


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